Shri Durga Puja

(Austria)

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Shri Durga Puja. Vienna (Austria), 26 September 1982.

Hoje é o primeiro dia em que nós estamos tendo este Puja na Áustria.

Este país é um país histórico que passou por diferentes insurreições para aprender muitas lições na vida. Mas os seres humanos são de tal maneira que eles não relacionam as calamidades com seus erros. É desse modo que eles continuam repetindo os mesmos erros novamente e novamente. A visita à Viena foi protelada e Eu vim no dia em que nós tínhamos que celebrar o aniversário de Machindranath. É muito auspicioso para todos vocês que ele complete hoje seu primeiro ano de vida. Eu o abençôo com todas as flores, as mais seletas flores da beleza e da felicidade, a ele e à sua família, todos os seus parentes e sua família. Há tantas coisas que têm sido feitas pela primeira vez. Eu devo dizer que pela primeira vez Eu vim para Viena, para Áustria, e pela primeira vez Eu vim para o aniversário de uma criança, em seu primeiro aniversário. E em um Ashtami, que é hoje, que é o oitavo dia da Lua, da Lua crescente, shuklapakshi, em que pela primeira vez todas as armas da Deusa devem ser veneradas. Esta foi uma grande idéia porque essas armas que trabalham o tempo todo, não apenas para matar o mal, mas para proteger o bem, nunca foram veneradas antes.

E hoje, se os seres humanos reconhecessem a sua importância e significância, então muitos dos problemas de bombas atômicas e todas essas coisas que têm sido criadas poderiam ser resolvidos, redirecionando-as para a direção correta, usando-as para a destruição das forças do mal e não do bem, também para proteger a vida humana, para nutrir a vida humana. As mesmas armas podem ser usadas em uma direção errada, mas corretamente utilizadas, elas podem ser dedicadas para o uso do trabalho de Deus. Tudo que é criado pelos seres humanos que parece ser aparentemente um instrumento de destruição, mas se os seres humanos usarem sua sabedoria, eles descobrirão que todas essas invenções que têm surgido para eles a partir da sugestão do Inconsciente, são para o trabalho de Deus. Toda pesquisa científica, tudo que tem sido feito, todos estes instrumentos que vocês têm produzido, são para o uso de Deus. De certo modo, podemos dizer que os seres humanos têm trabalhado para criar métodos, assim como instrumentos como as instituições sociais, econômicas e políticas para desenvolver o mecanismo do trabalho de Deus. O Inconsciente tem trabalhado através dos seres humanos. Todas essas instituições, se elas forem colocadas no lado correto da sua atividade e não para atividade satânica, todas elas podem se unir para, juntas, completarem o trabalho do Divino. Como, por exemplo, no Oriente as pessoas acreditam que Deus criou este belo corpo dos seres humanos e é para os seres humanos criarem belas roupas artísticas para realçar a beleza do que Deus criou, para enobrecer a beleza que Deus criou, para respeitar a beleza que Deus criou. E isso é o que tem acontecido em muitas esferas da vida, das atividades humanas, e deveria ter acontecido com todos eles, se eles tivessem usado sua sabedoria. A questão do conhecimento que Eu discuti antes é muito importante que seja compreendida.

O conhecimento que foi proibido uma vez, assim como para Adão e Eva, tem sido um grande problema para os seres humanos compreenderem. Foi o caso quando Deus criou os seres humanos pela primeira vez, além dos seres celestiais que eram perfeitos, Ele queria observar: se esses seres humanos pudessem crescer em população e em sua consciência, em sua inocência, eles se tornariam Realizados. Mas isso foi um experimento e os seres humanos falharam com Deus naquela época, porque eles ouviram os estímulos mais baixos ou as incitações mais degradantes. É desse modo que eles fracassaram e perderam sua inocência. E a perda da inocência é o pecado que foi cometido primeiro e esse pecado desviou os seres humanos para um caminho diferente. Agora, aquele conhecimento, do qual Eu falei, não é o conhecimento verdadeiro. Aquele era avidya, o conhecimento artificial, o conhecimento de que “eu sou importante”, “eu sou aquele que faz”, o ego. Até o estágio animal, não havia ego e depois o ego começou a crescer. Nós podemos dizer que esse foi o início do pecado original: “eu sou importante;” “eu estou fazendo algo;” “sou eu quem pode fazer isso”. Tudo bem?

Então Deus disse: “Vamos ver. Vamos observar a sua pouca coragem” “e deixá-los decidir”. Então os planos foram mudados; alguém teve que pensar: agora nós deveríamos ter Encarnações nesta Terra para ajudar essas pessoas, para guiá-las, para colocá-las em equilíbrio, para colocá-las na correta compreensão do Dharma, de modo que elas mantenham esse equilíbrio. Mas toda vez esse “eu” recusou-se a aceitar o equilíbrio. E esse “eu” afasta-se muito da realidade. Hoje também, quando nós chegamos na Sahaja Yoga, Eu vejo pessoas que não crescem muito rapidamente. Por causa desse “eu”, elas têm perguntas, elas têm dúvidas, elas têm problemas. Por causa desse pecado original, as pessoas não conseguem crescer muito rapidamente. Este: “eu sou único, eu sou livre.” “Por que aquilo?

Por que isso?” Quem é você para fazer perguntas? Quem o criou? Você criou a si mesmo? O que você fez para se tornar um ser humano? Por que este tipo de comportamento egoísta em relação a Deus? “Por que Deus nos criou? Por que isso?” Quem é você para fazer qualquer pergunta? Mas é desse modo; o interrogatório continua e tais pessoas são muito perigosas para a Sahaja Yoga. Se elas vierem para o Puja, Eu fico preocupada, não porque alguma coisa acontecerá no Puja, mas nós podemos perdê-las completamente. Essas pessoas egoístas e estúpidas se perdem.

Como uma Mãe, Eu tenho mera compaixão e amor por elas e Eu fico triste por que elas poderiam ter sido salvas. Mas essa mente questionadora delas pode afogá-las. Esse é o pecado original básico que os seres humanos criaram. Além disso, nós tivemos o problema de termos vindo do estágio animal até este estágio. Assim, há condicionamentos animais brutais dentro de vocês. Depois nós passamos por outros condicionamentos que foram criados na história pelo mesmo “senhor eu” que fundou instituições, que começou a formar instituições religiosas. Tomemos como exemplo o Cristianismo: Cristo veio aqui para quebrar o ego de vocês. Ao contrário, as pessoas construíram um grande ego a partir disso. Agora, há alguns Sahaja Yogis que acreditam que a Sahaja Yoga é uma Sahaja Yoga Cristã ou uma Sahaja Yoga Hindu. Isso ainda persiste, isso persiste, que é uma Sahaja Yoga Cristã.

Para os Cristãos, tem que ser uma Sahaja Yoga Cristã; para os Hindus, deveria ser uma Sahaja Yoga Hindu. Para os Muçulmanos, é uma Sahaja Yoga Muçulmana; ela deve estar relacionada ao Islã, porque eles não podem se livrar dos seus próprios condicionamentos, assim ela deve estar relacionada com isso, ela deve explicar tudo o que está lá. Eles não conseguem se livrar, vocês percebem? Poderia ser também uma Sahaja Yoga Católica ou uma Sahaja Yoga Protestante. Poderia ser até mais intenso do que isso. Desse modo, vejam, isso continua. Assim, vocês puxam a Sahaja Yoga para dentro das suas próprias categorias, para dentro das suas próprias pequenas taças. Mas é exatamente o contrário. A Sahaja Yoga é o oceano, é algo universal, é uma Maha Yoga. Ela não se destina aos Cristãos, Hindus, Muçulmanos; ela se destina aos seres humanos como eles eram.

Vocês tiveram animais que eram Cristãos, Hindus ou Muçulmanos? Tudo isto surge somente por causa do pecado original: “nós somos importantes, nós somos Cristãos,” “nós somos Hindus, nós somos Muçulmanos”. Na Sahaja yoga, nós temos que entender que todos os rios, quer sejam o rio Ganges ou o rio Yamuna ou o rio Tâmisa ou o rio Danúbio, qualquer rio, todos eles fluem em direção ao mesmo oceano e tornam-se o oceano. Eles dizem que quando todos os rios chegam ao rio Ganges, todos eles são chamados de Surasari, significa “o Rio dos Deuses”. Nenhuma pessoa mais os chama pelos diferentes nomes dos afluentes que estão lá. Do mesmo modo, a Sahaja Yoga é o oceano. Você não pode dar-lhe um nome. Não tente encontrar a similaridade dela com outras coisas. Se você começar a fazer isso, então sua mente começará a se tornar aquela pequena taça. E, além disso, se você está vindo de alguma religião constituída, é muito importante compreender que religiões constituídas tornam a sua taça ainda mais forte, ela não dissolve.

Se for uma religião não constituída, então é uma taça de cerâmica a qual pode se dissolver neste oceano. Mas se for uma sólida e bela porcelana, Meissen, não há nenhuma possibilidade. Então você está aderindo a todo esse condicionamento, toda essa solidez, e então é muito difícil. O tempo todo vocês têm que introduzir Cristo ou vocês têm que introduzir Maomé ou vocês têm que introduzir Zoroastro ou alguém assim que deve estar presente para guiá-los. Agora o seu guia é o seu Espírito, o qual é ilimitado, portanto vocês não têm que introduzir nenhum Deles. Todos Eles estão dentro de vocês, Todos Eles são parte integrante de vocês. Mas ficar preso a uma única pessoa é novamente um sinal de que vocês não estão expandindo. Vocês sabem que vocês são Todos. Vocês obtiveram Shri Krishna dentro de vocês, que está despertado, vocês obtiveram Cristo dentro de vocês, vocês obtiveram Ganesha dentro de vocês, vocês obtiveram Brahmadeva dentro de vocês e vocês obtiveram Maomé dentro de vocês. E vocês obtiveram todos Eles: Moisés, todos, dentro de vocês.

Então, como vocês podem estar identificados com uma única pessoa? A razão é: vocês ainda estão condicionados e vocês querem introduzir isso em seu próprio condicionamento. Assim, tentem trazer isso para uma posição em que não haja condicionamento. Nós podemos ver nosso condicionamento piorar muito com nosso estilo, porque, como seres humanos, nós temos o hábito de formar uma seita fechada, quer seja em nós mesmos, primeiro nós nos fechamos como “eu”, “eu sou XYZ”. Depois nós podemos nos reunir juntos como, digamos: “nós somos, digamos, pessoas que usam garfo e facas”. Poderia haver pessoas que simplesmente usam o garfo e faca deste modo, que podem se associar. Os outros que usam deste modo podem ser de outro modo. Vejam, isso acontece assim; todos os tipos de estupidez de que os seres humanos têm que se associar. Tudo bem, usem do jeito que quiserem, não faz nenhuma diferença. Vocês comem a mesma comida, ela é digerida do mesmo modo, funciona de forma idêntica.

Mas, no que diz respeito ao externo, quando isso surge na atividade humana eles usam o garfo e a colher de um modo diferente, alguém usará suas mãos, os dedos e alguém, Eu não sei, poderá usar adagas. Eu não sei como eles podem dar um jeito para chegar a que limite. Assim, isso é o que acontece. Ao fazer algo, ao fazer qualquer atividade, então somente os seres humanos fazem disto um circuito fechado: “é desse modo que nós fazemos isto. É desse modo que eles fazem isto”, como é o método de outro grupo ou de outras pessoas. Essa formação de grupos é a pior de todas e é contra as leis da natureza. Você pode ser único no que diz respeito à sua aparência, no que diz respeito à cor do seu cabelo, ou no que diz respeito à cor dos seus olhos; isto é, Deus os criou desse jeito. Mas todas as outras coisas que vocês criaram são mortas. Todos os métodos de associação que vocês criaram são totalmente sem nenhum valor. Eles são simplesmente fictícios.

Não há nenhuma verdade neles, nada que valesse a pena considerar. É simplesmente um mito. Assim, deve-se entender que não há nada como uma Sahaja Yoga que é uma Sahaja Yoga Cristã, uma Sahaja Yoga que é uma Sahaja Yoga Protestante ou uma Sahaja Yoga Católica. Eu noto isso num ponto muito sutil, onde as pessoas falam de coletividade, que elas não compreendem que nós não somos coletivos, porque nós temos tantos rótulos presos a nós, como os condicionamentos de nossas próprias ações. Poderia ser na Suíça, poderia ser na Áustria, poderia ser em Roma ou poderia ser na Índia, em qualquer lugar. Nós temos que nos livrar desses condicionamentos. Nós devemos saber que nós somos seres humanos, criados por Deus e o que quer que esteja dentro de nós que é real, criado por Ele, é a única coisa que nós temos que ser; e todo o resto dos condicionamentos, nós devemos tentar eliminar. Tudo é complementar; deste lugar, você tem que aprender algo, daquele lugar, você tem que aprender algo. Cada lugar tem algo para se aprender e compreender. E não há nada que possa ser mantido por algumas pessoas como algo superior ou inferior.

Mas, é claro, onde esse ego se desenvolveu mais, esse pecado original se desenvolveu mais, há uma possibilidade de que tais seres humanos tenham criado mais condicionamentos. Evidentemente, há muito mais condicionamentos. Ou onde eles não têm progredido de forma alguma em relação à religião, em relação a Deus e têm ficado emperrados, como por exemplo, vocês podem dizer, na África e todos esses lugares, poderia ser que o condicionamento pudesse existir por outras forças chamadas de Adibhautik, significa aqueles que são criados a partir do que Deus criou. Como, por exemplo, se eles virem a Lua, eles ficam com medo da Lua, se eles virem as árvores, eles ficam com medo das árvores. Idéias um tanto míticas a respeito da própria natureza. Vejam, então há dois estilos, como vocês sempre sabem. Um é onde eles criam idéias míticas sobre a natureza, o lado mítico da natureza, isso é Adibhautik. E Adidaivik são as idéias fictícias sobre o que você pode produzir, ‘você’ é Deus, ‘você’ é os Devas, e ‘você’ quer criar isso, “eu sou isso, eu sou aquilo.” Assim, existem dois tipos de condicionamentos que acontecem e nos tempos modernos é uma coisa tão confusa, que ambos os lados, Eu não sei onde eles atuam. Por exemplo, outro dia Eu estava chegando perto de um cemitério em Viena e Eu fiquei surpresa, pois era um cemitério, mas estava bloqueando o Swadishthana Direito. Então Eu disse: “todos os bhoots devem estar agindo agora,” “porque Eu não posso entender como pode” “um cemitério causar bloqueio no Swadishthana Direito?”

É desse modo que isso pode ser explicado, que todos os bhoots estão ativos agora; ou talvez eles tenham nascido novamente, vejam. Eles devem ter estado mortos centenas de vezes, eles devem ter criado túmulos após túmulos e há somente túmulos vazios e eles estão ativos agora. Ou talvez os próprios bhoots estejam ativos, eles não estão mais lá; todos eles desapareceram de lá; poderia ser isso. Assim, nós temos que julgar, agora, pelas vibrações e não pelo nosso entendimento ou pelo que pensamos ou pelo que nós entendemos através deste cérebro. Fazendo perguntas e falando muito sobre isso, você não pode compreender a Sahaja Yoga. Para a Sahaja Yoga, você tem que ter esse super estado da mente, onde você pode receber as vibrações, pode sentir as vibrações e tem que estar totalmente comprometido com elas. Se ainda existe o rótulo desse ego tanto que você ainda questiona a Sahaja Yoga e pensa que não há limite para você mesmo, é melhor que essa pessoa não compareça aos Pujas, não participe dos Pujas. É bom para ela mesma. É para ser boa consigo mesma, que essa pessoa que tem dúvidas não deve participar do Puja, porque o Puja é somente destinado a pessoas que alcançaram, receberam esse estado da mente o qual é chamado de Nirvikalpa, onde não há nenhuma vikalpa, onde não há nenhuma dúvida em sua mente. Se ainda há dúvidas em sua mente, sua mente é ainda muito poderosa e irá esmagá-lo.

Assim também antes do Puja, diga à sua mente para ficar quieta. Diga-lhe para não falar agora. “É melhor ficar quieta, agora tenho ascender” “e eu tenho que receber as bênçãos do Divino.” “Então, simplesmente fique quieta e se você não puder ficar quieta,” “então eu não consigo ascender.” Eu tenho lhes dito muitas vezes que ela é como um burro, a mente é como um burro, Se você for atrás do burro, ele te dá um coice, ele lhe dirá que você é um homem mau, que você é o pior homem e a autopiedade surgirá em você. Se você for na frente do burro, então ele colocará suas orelhas para você, você poderá segurá-lo como um ego, veja; você pode ir aonde quer que você queira, fazer o que você quiser. “O que há de errado?”, isso não irá controlar você. Se você se sentar em cima do burro, ele ainda irá jogar com você, para ver como você se sai. Portanto, se você permitir que a sua mente vá aqui e ali, através dos seus olhos ou através da sua atenção, ou em qualquer lugar, ou através de sua língua ou dos seus sentidos, ele dirá: “tudo bem”, ele irá comer a grama pelos lados, ele não se moverá; ele moverá para este lado, comerá um pouco de grama, para aquele lado. ‘Nesta etapa, enquanto a Senhora fala sobre isso,’ ‘eu poderia rapidamente traduzir para os franceses’ ‘que não entendem inglês?’ Oh, você quer traduzir tudo?

‘Eu posso fazê-lo em dois minutos.’ Eu acho que depois seria melhor, Gregoire, se você puder traduzir, porque o fluxo está melhor agora, tudo bem? Assim, esse burro, o burro quer comer a grama. Ele sabe que você não se importa que ele coma a grama. Tudo bem, ele dá voltas, come grama, todo tipo de coisa suja, imunda, seja o que for, o que quer que você permita que ele coma, continua comendo, todas as coisas imundas, todos os pensamentos imundos, todos os pensamentos sujos e todo tipo de coisa, sem questionar, entendem? Somente na Sahaja Yoga, eles vêm aqui e questionam, mas não quando eles têm que comer sujeira e imundície e todos os tipos de coisas profanas e coisas pecaminosas, eles nunca questionam. Depois eles dirão: “o que há de errado?” Mas quando diz respeito à Sahaja Yoga, eles irão questionar, a qual é a mais sagrada dentre as sagradas, a qual é a maior dentre as maiores. Somente esses portões estão abertos para vocês. É desse modo que vocês alcançam isso, caso contrário não alcançam, é proibido a todas as pessoas alcançar isso. A água que lava os Meus pés é a ambrosia, é a tirtha, que era proibida até mesmo aos doutores nos tempos antigos.

Vaidyas não eram autorizados e eles tinham que lutar por isso. Somente os Deuses eram autorizados a bebê-la. Somente os Deuses eram autorizados a bebê-la. Hoje vocês são colocados na condição de Deuses. Mas vocês estão aptos a isso? Vocês estão merecendo isso? Ou vocês ainda estão questionando? Vocês ainda têm problemas? Então é melhor que vocês sejam proibidos. É uma coisa rara que vocês bebam essa ambrosia.

É no Devi Purana Bhagavatam, se vocês o leram, que eles foram proibidos de tomá-la. Assim, isso é o que acontece, que a mente segue como um burro. Mas se o burro conhece aquele que é o cavaleiro, conhece os seus caminhos ele (o cavaleiro) sabe como controlar a mente e ele sabe onde tem que trabalhar, o mesmo burro, os mesmos instrumentos, as mesmas instituições, as mesmas coisas que você teve em torno de você o levarão lá com uma velocidade maior, com algo muito confortável. Então digam à sua mente, hoje, que nós estamos fartos disto, de jogar com a mente. Agora nós queremos estar lá no Reino de Deus. Digam à sua mente, totalmente, digam à sua mente. Isso é importante. Esta é a mente que os tem levado a todos os tipos de coisas. Ela tem lhes dado toda a imundície e sujeira e tudo isso. Portanto, apenas digam à sua mente.

Que Deus os abençoe. Assim, para o tema de hoje, nós devemos dizer que nós temos que alcançar a nossa inocência dentro de nós mesmos e sentir a inocência do Virata. A questão do Ganesha Virata, podemos dizer, ou Virata Ganesha, onde, no Virata, nós temos que sentir a inocência, de modo que nos tornemos inocentes, nossos pecados sejam eliminados, que nós sejamos purificados por essa inocência, de modo que esse “eu-ismo” suma de vocês, esse pecado original seja removido de nós e nós nos tornemos este belo ser que é o imponente filho de Deus que é o prêmio desta Criação. Que Deus os abençoe. Agora você pode traduzir, Gregoire. Está tudo bem. Você pode traduzir. Eu sei que é longo, mas algumas vezes Eu acho que se o fluxo não for mantido… ‘Eu sinto muito, Mãe, eu não deveria ter interrompido.’ Não, está tudo bem, está tudo bem. Você pode repetir a fita novamente e, neste fundo, você será capaz de manter o som baixo, de modo que você possa espontaneamente continuar dizendo algo.

Ficará bem? Repetir? Isso lhe dará uma apropriada… ‘Eu estava apenas pensando em três minutos para o francês’ ‘e três minutos para o italiano,’ ‘de uma maneira muito resumida, Mãe.’ Você consegue? ‘Eu consigo, sim.’ Tudo bem. Muitas pessoas Me perguntam, antes também perguntaram: “Mãe, por que nós nos tornamos assim?” “Por que Deus simplesmente não nos criou conscientes de nós mesmos,” “sem cometer todos esses erros?” “E por que nós tivemos que passar por todo esse círculo vicioso?” Naquela época, Eu não queria dizer que vocês cometeram o pecado original, que vocês desobedeceram Deus. Caso contrário, as coisas teriam acontecido de um modo diferente, não teria sido tão longo.

Porque se você lhes disser isso, então há uma outra coisa que lhes acontece, isto é, eles ficam canal esquerdo de modo que começam a se sentir culpados em relação ao pecado original, vejam. Assim, nós temos que saltar do ego para a parte do pecado original dele. Mas essa parte de vocês evita. Somente, pode-se dizer, no começo, que a evolução poderia não acontecer sem que essa liberdade fosse dada a vocês, vejam, porque a liberdade foi primeiramente testada: a liberdade foi dada a vocês, vocês tinham um belo lugar para viver, vocês viviam sob a completa proteção de Deus, no Jardim do Éden, vocês podem dizer, no belo… tudo era maravilhoso. Nada estava faltando lá. Mas, apesar disso, os seres humanos, quando eles tiveram a liberdade, a liberdade apenas ia ser testada, imediatamente, eles se entregaram a essas coisas degradantes, vejam. E esse era o modo que Deus teve que, então, mudar todos os planos, porque as coisas degradantes da vida eram atrativas, mesmo com todas as bênçãos que eles tinham. Toda a animosidade e, podemos dizer, todas as sensações animais, podemos dizer, ainda eram atrativas aos seres humanos e isso é o que era mais surpreendente. E quando essas coisas aconteceram, naturalmente a própria liberdade teve que passar pelo teste do aperfeiçoamento. E esse teste foi toda essa completa criação dos seres humanos que ocorreu.

Mas ao dizer-lhes tudo isto, que é somente o pecado original que criou um problema, então eles pensam depois: “Oh, Deus, por que o Senhor criou o pecado original?” Então é melhor dizer-lhes que isso é inevitável para o seu processo evolutivo, que sua liberdade deve ser testada, porque se você tem que participar da liberdade suprema, você primeiro deve saber se você pode arcar com ela ou não. E ao ver isso… Então levaram tantos anos para os seres humanos tornarem-se isso, para entenderem que o homem não consegue arcar com nada. Ele não consegue sustentar a liberdade, ele não consegue sustentar o dinheiro, sustentar a posição social, ele não consegue sustentar o conforto, ele não consegue sustentar nada. E é isso que nós estamos vendo agora na Sahaja Yoga também: quando eles obtêm conforto, eles simplesmente se acomodam novamente. Quando eles recebem quaisquer bênçãos de riqueza material, acontecerá o que ocorreu, novamente o mesmo: o Jardim do Éden está retornando a vocês e quando ele começa a voltar para vocês, novamente vocês retrocedem ao mesmo estágio. Isso não é bom. Agora, vocês devem entender que vocês têm que ser supremos, vocês devem adquirir maestria sobre tudo isso. Nada é importante, nada é importante, somente o Espírito é importante. Somente então podem livrar-se… Isso também pode atuar como uma tentação para vocês, vejam. Todas as bênçãos que estão vindo para vocês são tentações.

Portanto vocês devem estar preparados. Nada é mais importante do que o Espírito, vejam. Estamos preparados para qualquer tipo de coisa para alcançar o Espírito. Não estamos preocupados com quais bênçãos recebemos ou com qualquer coisa. Mas o que nós queremos é a liberdade do Espírito, o qual não está desejando ardentemente nada, desejando ardentemente coisas materiais, de modo que vocês serão como uma lamparina que está fornecendo luz sem ficar envolvida com a própria lamparina. Quer ela seja de ouro ou de prata ou de qualquer coisa, ela pode acender a luz, mesmo que ela seja feita de barro. Isso é o que deve ser alcançado pelos Sahaja Yogis, é o que deve ser compreendido. Porque este é um estágio muito precário, instável, onde, Eu percebo, as pessoas estão novamente sendo levadas para baixo. Portanto, agora nós temos que nos tornar humildes para dizer: “Eu não sei de nada até agora Mãe, do que eu tenho que saber”. Porque este é o conhecimento da Raiz, sobre o qual vocês não sabem.

Este é um novo conhecimento para vocês. Sobre o que vocês podem questionar? Vocês não sabem nada. Vocês têm que saber sobre o conhecimento da Raiz. Assim, tornem-se humildes e somente depois vocês receberão as bênçãos desse novo crescimento. Esse é o crescimento que é interno, interior, a Antar Yoga. A menos e até que vocês se tornem humildes, ele não funcionará. Vocês têm que se tornar humildes, porque logo que vocês começam a fazer perguntas, é o seu ego que está fazendo perguntas. Assim, tornem-se humildes e transformem-se nisso e sigam adiante com o conhecimento das raízes. É surpreendente que somente na Índia esse conhecimento tenha sido, de fato, muito procurado e as pessoas tenham se aprofundado muito.

É por isso que cada um Deles teve que vir para a Índia. Mesmo Cristo veio para a Índia para saber como as pessoas estavam buscando isso, para apoiá-las, para ajudá-las. Portanto é importante que o conhecimento da Raiz tenha que ser feito na região onde seja mais possível. É mais fácil fazê-lo onde as raízes não estão perturbadas e isso é o que era a Índia, um país onde as pessoas buscavam isso. Mas quando eles começaram a crescer externamente, novamente eles se tornaram estúpidos e tolos e quando nós os observamos, nós vemos que eles são superficiais. Mas nós não vemos o enorme trabalho ao qual os profetas se dedicaram na Índia, enorme. Quero dizer, escolha um Deles e é suficiente para dar-lhes uma completa idéia da Sahaja Yoga. Peguem o exemplo de uma pessoa simples, uma pessoa muito simples como, digamos, Sai Nath, que era, ao olhar para Ele, muito simples, mas que enorme oceano de conhecimento Ele tinha. Ele não era instruído ou nada assim. Ninguém sabe onde Ele nasceu, o que aconteceu, de onde Ele veio e onde Ele viveu e como Ele chegou àquela idade.

Ninguém sabe sobre os Seus antecedentes. Ou peguem o exemplo de Adi Shankaracharya ou vocês podem pegar Kabira ou qualquer um. Por exemplo, peguem Machindranath. Se vocês lerem sobre Machindranath, vocês não saberão, vocês pensarão que é um tipo de conhecimento misterioso que ele está transmitindo. É um trabalho imenso que Eles fizeram. Eles penetraram em todo o canal esquerdo e no direito e eles fizeram tudo, todos os tipos de experiências. Se vocês virem os livros que Eles escreveram sobre os Nav Naths, os Nove Nathas, e sobre a vida de Machindra. Machindranath penetrou em tamanha profundidade e ele descobriu tanto sobre os lugares onde as mulheres eram governantes. Eu acho que deve ser um lugar na Bélgica em que ele deve ter estado, onde as mulheres eram governantes e os maridos eram simplesmente como repolhos, e isso e aquilo e todos os tipos de coisas que Ele descobriu. E depois o que aconteceu e como Ele tentou curar aquilo.

É o movimento em outra direção, vejam, na direção da raiz, de como essas raízes se perderam e deram origem a árvores tão horríveis aqui e ali e é desse modo que Ele trabalhou. E é uma coisa tão simbólica, que para vocês entenderem o trabalho Deles, vocês têm que ser realmente muito profundos e muito perspicazes, para o qual a mente humana, até agora, não é capaz de ver a quantidade de trabalho que Eles fizeram. Não é possível ver. Como, por exemplo, se vocês virem as descrições de Adi Shankaracharia ou mesmo as descrições de Markandeya sobre sua Mãe, é extraordinário como Ele pôde ver coisas tão pequenas. De onde, de que ângulos. E cada pequena parte da Mãe, Ele pôde ver, como um filho veria, sem dúvida, perto da Mãe. Isso significa que a inocência era completa e perfeita. Caso contrário, você não pode ver esses pontos que Eles viram, todas as pequenas coisas como os três vincos da Mãe. Como alguém pode ver? Mas uma criança pode ver que os três vincos da Mãe estão lá, que Ela tem três vincos em Seu corpo.

Somente uma criança pode ver. É maravilhosa, Eu lhes digo, é maravilhosa essa inocência, perspicácia e a coragem Deles. É necessária uma verdadeira coragem para tornar-se tão perspicaz assim. Assim, a inocência é o que uma pessoa tem que atingir, antes de mais nada, mas não deve ser assim, por meio de Cristo ou por meio de Ganesha, deve ser você que deve tê-la. Significa que você é, você é a inocência. Você não tem que dizer isso, você não tem que superar alguém, você é isso, você simplesmente pode ter diretamente. Aquele negócio é destinado a pessoas que não são Realizadas, destinado a pessoas que são estúpidas, destinado a pessoas que não podem alcançar diretamente. Vocês todos podem alcançar isso diretamente, essa é a sua bênção, essa é a coisa mais grandiosa que vocês podem alcançar tudo isso diretamente. Mas vocês têm que chegar a esse estado de inocência, pelo qual vocês se tornam tão sutis, tão sukshma, porque a inocência é a coisa mais sutil, de maneira que vocês penetram em todas as áreas para entender o conhecimento das raízes, o conhecimento da Árvore da Vida. E isso não é destinado às pessoas estúpidas, egoístas e insensatas.

Elas se tornam rakshasas, Eu lhes digo, elas são rakshasas. Portanto, nós não vamos seguir o caminho delas, nós temos que ir no caminho oposto. Assim, nós temos que nos tornar humildes interiormente. E tentem despertar a sua inocência, uma vez que esta é a sagrada inocência, esta pavitra, a inocência dentro de vocês. Em Sânscrito não há nenhuma palavra para inocência, vocês ficarão surpresos. Porque, para eles, o que quer que seja sagrado, auspicioso, tudo está nela. Não há nenhuma palavra separada para inocência, porque eles conseguem imaginar que possa haver inocência existindo no ar, deste jeito. Ela tem que estar dentro de algo, vejam, é sempre um tipo de taça que somente pode conter a água deste jeito. Portanto, eles não conseguem imaginar, eles não conseguem imaginar a água suspensa no ar deste jeito, vejam. Tem que ter alguma taça.

Então, eles dirão: “momento auspicioso”, “pessoa auspiciosa” ou “coisa auspiciosa, noite auspiciosa”, “dia auspicioso”, tudo está contido, um recipiente, como um recipiente. O recipiente que pode ter inocência, vejam. Assim a auspiciosidade, novamente, auspicioso é um adjetivo. Não há nada como, por exemplo, dizer que esta é uma sólida inocência, shubbha. A própria shubbha é um adjetivo, não há nenhum substantivo para inocência. Pode ser inocente, mas a inocência em si mesma não existe para eles, Porque isso existe em todo lugar que é inocente. É uma idéia mais ampla, é uma idéia mais ampla do Virat Ganesha. Quando Ele está em todo o Virata, como vocês podem denominar isso de “inocência”? É tão sutil, é tão sutil para ser transformado em um substantivo, é uma coisa muito sutil. E nós temos que nos tornar tão sutis assim.

Que Deus abençoe todos vocês. Vocês podem começar lavando Meus Pés. Primeiro, o que nós podemos fazer, aqueles que não lavaram Meus Pés, por favor levantem as mãos. Até agora, ele não lavou? Tudo bem, venha. Estes são os 21 nomes, estes são os 21 nomes de Shri Vishnu, que é o aspecto de sua evolução, do seu Dharma. Primeiro a sustentação e depois a evolução. Este é o Pai dentro de vocês. E então, primeiro porque vocês todos estão buscando a sua evolução, nós invocamos os 21 poderes, 21 poderes deste aspecto paterno de Deus. Vinte e um poderes.

Estes são os 21 nomes que representam os 21 poderes de evolução dentro de nós. O canal Sushumna adquiriu 21 poderes. Você pode traduzir em francês, é melhor. Vishnu, Vishnu. É o Poder de Vishnu ou, podemos dizer, Narayana. Vishnu é o Pai. Krita Yuga. Esta é a Krita Yuga. Krita significa quando e onde será efetivo, quando e onde irá ser efetivo. O trabalho será feito.

Esta é a Yuga, os tempos em que isso será feito. Krita Yuga. Esta é uma época especial que está entre a Kali Yuga e a Satya Yuga, é a Krita Yuga, onde as coisas serão feitas, o trabalho será feito. O tempo da Ressurreição em que suas mãos falarão. Esse é o acontecimento. Vejam, traduzam isso. Krita Yuga, “Kri” significa “fazer”. Vejam, svatojayte, significa o princípio. Vocês despertam o princípio de todo o Universo, o princípio do Universo e Pratye significa que concede também a experiência disso, de modo que Ele é Aquele que gera o princípio e também Ele lhes dá a experiência. Pratye, pratye é a experiência que prova, que prova a sua existência, vejam.

Você concede a sua própria pratye, significa que você concede a sua experiência, pela qual ela prova que você existe. Deveria ser: “Você é Deus no homem”, seria melhor. Deus no homem… Ele não é o homem, por um acaso, como vocês podem chamá-Lo?