Shri Buddha Puja, Gautama, The Lord of the Ego (morning)

Barcelona (Spain)

1989-05-20 Shri Buddha Puja Talk, Barcelona, Spain, transcribed, 65' Download subtitles: EN,PTView subtitles: Add subtitles:
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Shri Buddha Puja, Barcelona, Espanha, 20.05.1989

Então hoje nós estamos reunidos aqui para venerar Buddha. Senhor Buddha, como vocês sabem, era Gautama, Aquele que nasceu em uma família real, e depois Ele se tornou um asceta, porque Ele ficou muito afetado ao ver… os três tipos de problemas com os quais os seres humanos sofrem. E Ele chegou à conclusão: todos esses três tipos de problemas existem… porque nós temos desejos. Então Ele disse: “Se você se tornar sem desejos,” “então não haverá nenhum problema para você.” Então Ele estudou os Vedas, Ele estudou os Upanishadas, Ele estudou todos os tipos de coisas. Ele foi a muitos santos e a muitas pessoas… e Ele não conseguia ter a Sua Realização. Na verdade, Ele era uma Encarnação. A Encarnação também tem de alcançar o ponto da Realização… de uma forma diferente, como por exemplo, todo o potencial tem de abrir. Mas a Encarnação tem um enorme potencial, e isso se expressa uma vez que a porta seja aberta para fora. Buddha percebeu que o maior problema do ser humano era o seu ego. Em seu ego, ele vai aos extremos, de um fim a outro.

E então Ele trabalhou por todo o Pingala Nadi para nós, e Se posicionou em nosso ego, para controlá-lo. Se você observar o Agnya Chakra, se no centro está Cristo, você tem no lado esquerdo Buddha… e no lado direito está Mahavira. Todos Eles são chamados de Senhores, porque Eles são os governantes dessas três áreas. Agora, nesta área do Agnya está a área de Tapas, da penitência. Porque Eles fizeram penitências por nós, nós não temos de fazer nenhuma penitência, Eles fizeram por nós tudo que foi possível. É desse modo que os Sahaja Yogis não têm de fazer nenhuma penitência, eles estão em um belo lugar recebendo boas vibrações. Eles não têm de ir nas florestas, fugir da sociedade e se esconder… em um lugar onde poderia haver escorpiões, poderia haver cobras, poderia haver tigres, poderia haver qualquer perigo para a vida. Assim, a parte na penitência acabou e também, Buddha em Sua vida, quando Ele estava vivo, o tempo todo Ele disse: “Não há nenhuma necessidade de ter qualquer austeridade.” “Não há nenhuma necessidade de ter austeridade, de forma alguma.” Se você ler Buddha, ler seus primeiros ensinamentos, então você ficará surpreso, Ele disse que não deveria haver nenhuma austeridade.

Ele próprio praticou austeridades. Mas aquela era a época, samayachar, era o época onde eles necessitavam de pessoas que fariam o máximo… para a propagação de Suas ideias, então a maioria deles adotou um tipo de vida, mas Ele nunca acreditou em nenhuma austeridade. Além disso, Ele não era vegetariano. Ele morreu porque uma vez Ele foi a uma vila e Ele estava com fome, e pediu a um dos caçadores, nós os chamamos de “kiratas”: “Eu gostaria de comer agora e Eu tenho de ir para o Meu trabalho.” Ele disse: “Esta manhã, eu matei um javali,” “mas deve demorar algum tempo, ele está com sangue muito quente.” Ele disse: “Não importa.” Muito significativo, lado direito, comer… a carne vermelha de um javali sem esfriá-la. Ele a comeu e morreu por causa disso. Tudo que eles fazem tem um sentido. Assim como achamos um significado na vida de Cristo, achamos um significado na vida de Buddha também.

Esse é o motivo pelo qual os budistas se tornaram vegetarianos. Porque Buddha morreu comendo aquela carne quente, eles se tornaram vegetarianos. Mas isso não significa que todo mundo tem de se tornar vegetariano. Aqueles que têm ego, é melhor eles serem vegetarianos. Pessoas de canal direito ficam melhor com mais comida vegetariana… e as de canal esquerdo, mais com proteína, isso nós sabemos muito bem. Então Ele tentou controlar as pessoas que estavam com Ele… de uma forma que era muito amorosa e carinhosa. Mas qual era a tônica em Sua mensagem deve ser entendido. Havia um rapaz que foi a Ele e Lhe pediu: “Senhor, Você me iniciaria no Budismo?” Não era “ismo” naquela época. “O Senhor me iniciaria?”

Ele disse: “Meu filho, somente os brâmanes podem ser iniciados”, significando “almas realizadas”. “Qual foi o seu nascimento?” Ele disse: “Senhor, eu não sei sobre o meu nascimento”, então ele voltou para sua mãe e perguntou: “Qual foi o meu nascimento, mãe?” “Quem foi meu pai?” Ela disse: “Meu filho, eu era uma mulher muito pobre…” “e não sabia como viver, então eu tive muitos senhores,” “eu vivi e não sei quem é seu pai.” “Você não conhece meu pai?” Ela disse: “Não.” Então ele foi a Buddha e o Senhor lhe perguntou: “Agora, quem é seu pai?” “Qual é a sua casta?” Ele disse: “Senhor, eu não tenho nenhuma casta,” “porque minha mãe me disse que ela teve muitos senhores…” “e ela não sabe de onde eu nasci,” “então eu não conheço meu pai.”

Então Buddha o abraçou, Ele disse: “Você é o brâmane,” “porque você disse a verdade.” Assim, a essência da Sua vida é a verdade. Primeiro, nós temos de ser honestos conosco. E Eu encontro algumas pessoas… que acham muito difícil serem honestos com eles mesmos. Eles sabem como fugir da verdade. Eles sabem como lidar. Para se livrarem dela, eles darão algum argumento ou darão algumas explicações. A quem você está dando explicação? A si mesmo somente. Seu Espírito está residindo dentro de você, que está iluminado em sua atenção… e agora, a quem você está se explicando?

Ao seu próprio Espírito? Assim, a mensagem de Cristo pode ser… que temos de nos ressuscitar. Mas e quanto a ressurreição? Você tem de ser muito honesto consigo mesmo, primeira coisa. A coisa mais importante é saber que sua casta é de um brâmane, pois você conhece o Brahma, você conhece o Poder Onipresente, você O sentiu. Vocês são os verdadeiros brâmanes… e como verdadeiros brâmanes, vocês têm de ser espartanos. Na Índia, digamos, nós temos um brâmane, podem não ser brâmanes verdadeiros, mas nascidos em uma família brâmane, pode ter havido antepassados que tenham sido brâmanes… ou algo assim, eles chamam a si mesmos de brâmanes, tudo bem. Então qual é a especialidade deles? Às 4:00hs da manhã, eles se levantarão, todos os brâmanes. É desse modo que você consegue distinguir um brâmane.

Eu também sou um brâmane dessa forma. Depois eles tomarão o banho deles, se limparão completamente e se sentarão para as orações… ou pujas ou talvez meditação. É desse modo que você distingue um brâmane, embora eles não sejam brâmanes, mas é a tradição. Enquanto, digamos, um shudra na Índia se levantará às 9:00hs, na tradição, vestirá roupas sujas, colocará sua mão na boca, será um sujeito preguiçoso, cercado de lixo. Ele não consegue nem mesmo sentir o cheiro da sujeira, porque eles têm feito esse tipo de trabalho, tradicionalmente. Eles não são, há muitos brâmanes, nós descobrimos agora, que são realmente nascidos em famílias shudras. Então, na verdade, nas famílias shudras, não é pelo nascimento, mas sim pela atitude deles, pelo “jati” deles, que eles são brâmanes. Mas tradicionalmente, isso é aceito na sociedade deles. O cabelo deles será desgrenhado. Você consegue imediatamente distinguir, nenhum óleo no cabelo, primeiro ponto.

Nenhum óleo no cabelo, o cabelo é todo desgrenhado. Em segundo lugar, eles não estão preocupados com a vida sexual. E isso tem importância para os rakshasas, é somente os rakshasas que ficam interessados em mulheres, em olhar para as mulheres e tudo mais. Na verdade, de acordo com os Puranas, sinto dizer isso, é uma característica dos rakshasas. Porque quando houve a turbulência no oceano, o “manthana” aconteceu, e o amruta surgiu, a ambrosia surgiu do oceano, então Shri Vishnu conheceu a fraqueza dos rakshasas. Eles tinham levado a kumba, o vaso de ambrosia, à força, os rakshasas, porque eles eram mais poderosos, mais egoisas, ele podiam ser astuciosos, então eles lidaram com os Devas e levaram embora, e estavam prestes a beber aquilo. Então Shri Vishnu soube da fraqueza dos rakshasas, então Ele se vestiu como uma mulher, Mohini, chamou a si mesmo de Mohini. Mohini significa aquela que o atrai por sua roupa, sua aparência, todo esse tipo de insensatez. E imediatamente todos os rakshasas caíram por causa dela, por causa Dele, quero dizer. Imediatamente, você conseguia distinguir entre os Devas e os rakshasas.

Mas digamos na Grécia, eles transformaram Devas em rakshasas, resolveram o problema! E assim que Ele descobriu… que um deles tinha levado algo, é dito assim na mitologia, Ele foi e deu uma risadinha… e sendo um rakshasa, ele gostou da mulher sorrindo, não, riu para ele e então tentou fazer cócegas, da maneira rakshasa, orgulhosamente, “Bela mulher vindo e me fazendo cócegas, ohh.” Como ele era tão estúpido, ele sentiu tanta cócega que ele vomitou. E eles dizem que o alho nasceu dessa ambrosia, é dito assim, quero dizer, mitologicamente. Então quando Eu observo as pessoas na Sahaja Yoga… não sendo honestas consigo mesmas, a primeira coisa que eles devem saber é que o ego… é uma coisa muito, muito astuciosa, mas ele também o torna escravo de um outro ego. Vejam agora, por exemplo, uma mulher iria a essas lojas de beleza, se vestiria bem, usaria essas coisas, faria tudo daquele jeito, Eu não sei o que elas fazem, mas elas saem daquilo… depois de três, quatro horas… e parecem iguais para Mim. Eu não sei quanto dinheiro elas gastaram. Mas é algo surpreendente… que o cabelo é cortado dessa vez de uma forma diferente. Então você pergunta: “Por que você o cortou dessa forma agora?” “Essa é a moda.”

Isso significa que você não tem suas próprias ideias. Você não tem o seu próprio conceito. Seja qual for a moda, você simplesmente a segue. Você não entende também se isso é bom para você ou não. Então o ego fica dominado. Vamos supor que haja um empresário, digamos, muito inteligente e astucioso, mais do que qualquer um, supondo. Há muitos assim, é claro. Agora, ele diz: “Você pode colocar uma lata de geleia em sua cabeça…” “e amarrar seu cabelo deste jeito…” “e você parecerá muito elegante”, e ele coloca muitas propagandas, todas as latas de geleia dele podem ser vendidas. Sem pensar, elas usarão latas de geleia. Significa que você não tem nenhuma personalidade própria.

O que é o ego? O ego deveria lhe dar uma personalidade, um caráter, um temperamento. E quando você as vê, você não consegue distingui-las, como os sikhs, você não consegue distinguir… um sikh do outro, porque todos eles usam barba e bigode. Você não consegue distinguir as mulheres umas das outras, porque todo mundo tem o mesmo tipo de penteado, o mesmo estilo de roupas, tudo é igual, porque isso é uma moda. Quem começou essa moda? Algum sujeito muito astucioso quer ganhar dinheiro. Na Índia, nós tivemos um tipo de… nós chamamos isso de “tokni”, é um tipo de cesta, uma pequenina cesta; e de repente, ela desapareceu do mercado. Nós não soubemos para onde ela tinha ido, quero dizer, é impossível. O que você consegue fazer com aquilo? É uma coisa muito simples.

Estavam todas nos EUA. Por quê? “As mulheres as estão usando no cabelo.” Eu disse: “Como?” “O que elas fazem com o cabelo delas?” “Não, não, não, não.” “Veja, hoje em dia, elas não colocam nenhum óleo na cabeça delas,” “então todas elas ficaram carecas.” Você ficará careca, sem dúvida, se você não colocar óleo. Eu estou lhes falando agora, você ficará careca. “Assim, nós somos pessoas austeras, não podemos colocar óleo.”

Mas então nós ficamos carecas automaticamente, você pode se juntar a qualquer organização budista, agradavelmente, você não tem de raspar a cabeça. Então elas dizem: “Nós ficamos carecas agora, então temos de ter alguma coisa.” Então elas colocam aquelas cestas… e em cima disso, elas colocam em cima do que vocês chamam de perucas. Maravilhoso! “Mas por quê? Por que você não coloca isso na sua cabeça?” “Não, você deve ter um belo cabelo sedoso.” “Para quê?” “Mas essa é a moda.” Um dia, uma senhora que estava falando Comigo, a cesta dela caiu… e a peruca também caiu.

E foi desse modo que Eu descobri. Então o que é para entender é que… se você tem seu ego realmente de uma forma verdadeira, você deve ter sua própria personalidade, seu caráter, sua compreensão, sua peculiaridade, seu temperamento. Isso não existe. O que Buddha fez? Ele disse: livre-se de tudo, de seu cabelo, até mesmo de seus cílios, de qualquer coisa que possa ser raspada, mãos, pés, tudo raspado. Imaginem se vocês estivessem seguindo o Budismo, o que teria nos acontecido. E Ele disse: “Tudo bem, vista apenas um kashaya.” Significa roupas de açafrão. “Venham com roupas de açafrão, com tudo raspado”, e as mulheres podiam vestir somente duas roupas, uma blusa e um sari, só isso, nenhuma anágua, nada. Quer você fosse uma rainha ou quer você fosse uma varredora.

Todos eles devem parecer iguais, então nenhuma moda, nunca mais. Mas os budistas são as pessoas que mais seguem a moda, vocês nunca poderiam imaginar. Se você for ao Japão, você ficará louco, se você vir as modas deles, porque eles são tão artificiais. Eu não sei para onde o Budismo foi, onde Buddha… sempre exaltou as pessoas que eram naturais. Todo o Budismo está perdido desse jeito, em um tipo de desolação. Uma outra coisa é que as pessoas de canal direito têm um problema, porque se você se torna muito canal direito, você negligencia o seu canal esquerdo, negligencia seu Muladhara, porque: “O que há de errado?” “O que há de errado?” Até você contrair AIDS, nada estava errado, agora algo está errado. Até que você contraia câncer, “O que há de errado em fumar?” “O que há de errado?”

Eles fazem propaganda até mesmo na Índia, que você parece realmente magnífico se você tem um charuto em sua mão, ou um cigarro em sua mão. Você parece uma chaminé, mas tudo bem. Então eles mimam seu ego lhes falando todas essas coisas… e você começa a fazer isso, e nessa ação, você simplesmente esquece… que você é um tolo estúpido. Nós vamos perder toda a nossa beleza, se nós dermos ouvidos a essas pessoas astuciosas que são os empresários, acreditem em Mim. Nós tivemos Mona Lisa, atualmente você não a encontra em lugar nenhum, em parte alguma. Vocês têm mosquitos, horrível. Eles acham que elas são muito bonitas, elas não emitem nenhuma vibração. De qualquer ângulo da estética, elas não são bonitas. E quando elas estiverem com 40 anos, parecerão ter pelos menos 80. Assim, o que aconteceu é que nós estamos fazendo o jogo… de nosso ego e nosso Muladhara está perdido.

O Moladhara é o freio, é como um freio. O canal direito é o acelerador e o esquerdo é o Muladhara, que é o freio, mas “o que há de errado?” É por isso que Buddha pregou o Brahamacharya, o celibato, porque se você vai demais para o canal direito, agora há muitas complicações. Eu consigo ter notícias deles por muitas pessoas, de que aqueles que são hiperativos não conseguem gerar filhos. Primeiro, “o que há de errado?” Então há completa aridez, eles não conseguem ter filhos. E se por acaso eles têm filhos, talvez só se tornem rakshasas. Assim, excesso de ascetismo pode levá-lo demais para o canal direito. É por isso que Buddha disse: “Nenhum ascetismo é necessário.” Ele disse isso, embora Ele tivesse pessoas em Sua volta… das quais Ele tomava conta, assegurava-se de que elas fossem pessoas celibatárias… e Ele é Aquele que lhes deu equilíbrio e lidou com eles.

Assim, uma vez que você comece ir para o canal direito, você termina automaticamente como um vegetal, automaticamente. Você não pode gerar crianças, você não pode viver muito tempo. Como por exemplo, consumir cocaína, você pode dizer. Você acelera muito, você se torna muito rápido. E você tem de realmente… viver com eles, é tão difícil, muito difícil. Porque eles se movem com velocidade de um jato… e Eu Me movo com a velocidade de um elefante. Eu só fico os vendo indo, vindo, indo, vindo. Eu não sei como Me relacionar. Assim, para frear esse ego, nós temos de venerar Buddha. Nós temos de venerar Buddha.

Mas o primeiro princípio é respeitar sua castidade. Respeitar Buddha significa respeitar a sua castidade. Vocês não têm de abandonar sua esposa como vocês abandonaram, a menos e até que elas sejam horríveis. Não têm de abandonar seus maridos. Todos eles não tinham esposas. Buddha tinha uma esposa, Ele a abandonou; Mahavira não tinha nenhuma esposa, Cristo nunca foi casado. Mas na Sahaja Yoga, vocês de fato casam, vocês têm filhos, sem dúvida. E como estávamos dizendo, com ego, nos tornamos, de certa forma, muito envolvidos conosco mesmos. Então nós podemos dizer que há três tipos de pessoas neste mundo. Um são os que não estão preocupados com os outros.

Assim, a primeira mensagem de Buddha é a honestidade consigo mesmo. E a primeira área que você tem de observar a honestidade… é em sua castidade. Você pode se casar, você pode ter uma esposa, você pode ter um marido, você pode ter filhos. Assim, este ego, que estava primeiro lá, cria um tipo de pessoa, a pessoa que só fica envolvida consigo mesma, com sua ambição, seus projetos, seus trabalhos, sua esposa, no máximo, ou seus filhos, sua casa, seu carro, talvez seu cavalo, talvez seu cachorro, no máximo. Se ele puder estender. Por outro lado, se você falar com tal pessoa: “Eu estou muito”, digamos, “preocupado com alguém”, essa pessoa Me falará: “Você cumpriu o seu dever.” “Agora, se essa pessoa não quer fazer isso,” “por que você deveria se preocupar? Você deveria ficar feliz.” “Mas como Eu posso ficar feliz?” “Eu não sou do seu tipo.”

E uma pessoa assim também dirá: “Esta é minha casa,” “então por que deveria me preocupar com alguém que não tem casa?” “Esta é minha sala, este é meu tapete.” “Qualquer pessoa que chegue em minha casa: ‘Oh sente-se lá,'” “`coloque isso lá.'” Uma pessoa tão horrível, rude. “Meu e meu, minha e minha”, continua agindo. E este ego então se espalha cada vez mais, e então: “Eu acredito em uma ideologia”, como Hitler acreditou. Ele deve ter sido ferido por alguns judeus, deve ter sido. Então com essa dor, ele ficou completamente encravado… em uma grande prisão horrível através de seu ego… e ele quis matar todo judeu. Assim, esse tipo de pessoa é… tão envolvida consigo mesma, “eu, eu, meu” e “eu sou o melhor”, “Todo mundo é tolo estúpido, eu sou o mais inteligente.” “Eu sou o mais esperto, eu sei tudo.”

Como um ditado: “Eu estava vindo pela estrada e vi um ladrão,” “entao eu corri até a árvore e me escondi.” “Que pessoa grandiosa eu sou.” “Depois o ladrão veio e me ameaçou,” “então eu dei tudo para ele. Que pessoa grandiosa eu sou.” “Depois o ladrão veio e levou minha esposa.” “Que pessoa grandiosa eu sou.” Autocertificado. E ele é muito feliz. Todo mundo fica cansado de uma pessoa assim, todo mundo fica infeliz com uma pessoa assim, ninguém gosta. Se tal pessoa está vindo deste lado, a maioria deles fugirá: “Oh, ele está vindo.”

Nós temos na Índia algumas pessoas desse tipo, em toda cidade, bem conhecidas, bem conhecidas, todo mundo as conhece. Então de manhã, as pessoas saem para uma caminhada em um jardim… e eles veem uma pessoa assim vindo daquele lado. “Oh Deus, hoje nós não comeremos.” Eu disse: “Por quê?” “Nos encontramos hoje com a pessoa mais inauspiciosa, era aquele, aquele.” Mas ele é muito – ele fica andando deste jeito: “O que há de errado?” Ninguém gosta de uma pessoa assim. Você pode achar que não há fim para você mesmo, ninguém gosta de você. Em países e mais países tem havido pessoas assim, é uma tamanha insensatez coletiva. Às vezes, quando você observa como… muitas pessoas foram mortas na América pelos mesmos espanhóis… que são hoje Sahaja Yogis.

Eu não posso acreditar que vocês são filhos dos mesmos espanhóis, vocês são tão diferentes. Tão belos. Mas o que foi aquilo que os tornou tão cruéis? Esse ego, esse ego desenvolvido neles, eles não conseguiam ver: “Estes são seres humanos que estamos matando.” “Nós agredimos o país deles, nós estamos aqui,” “estamos matando-os, não temos nenhum direito de estar lá.” O mesmo com os portugueses. Todos eles desapareceram no Brasil enquanto eles pertenciam a Portugal, e em Portugal restam somente 5% das pessoas. Eles não se preocupam com Portugal, que é muito, muito pobre. A mesma coisa com os espanhóis, aqueles que foram à América: “E daí? Nós ganhamos nossa própria América.”

“Nós estamos aqui, fizemos isso, fizemos aquilo,” “matamos muitas pessoas. Os espanhóis não mataram ninguém,” “então por que cuidar dos espanhóis?” E é desse modo que o ego deles trouxe à tona tamanha destruição. Quando Eu fui à Colômbia pela primeira vez, Eu não sei, um senhor soube de Mim. Ele Me perguntou: “Mãe, a Senhora é Aquela que é conhecida como uma líder espiritual?” Eu disse: “Sim, Eu sou, e daí?” Ele se encontrou Comigo em uma festa. Eu fiquei surpresa, ele Me chamou de “Mãe”. Então ele disse: “A Senhora pode abençoar nosso país com algo…” “de forma que possamos levar a melhor sobre esses americanos.” “Que seja algo vindo da natureza.”

“Nós temos trigo, produzimos trigo aqui…” “e essas pessoas querem comprá-lo com um preço tão baixo…” “que não conseguimos nem mesmo manter nossas famílias.” “É um preço tão baixo que realmente não conseguimos fazê-lo economicamente.” “Nós passamos fome e vendemos esse trigo para eles.” Então agora, na Colômbia, aquela favela da Colômbia, em Bogotá, agora se tornou a mais desenvolvida. Todos eles viajam de primeira classe e os americanos… estão tomando cocaína e lavando os pés deles. Essa é a recompensa do ego. Você tem de pagar os dividendos, você tem de pagar pelo seu ego, e muito severamente. Tente qualquer truque com seu ego, isso retorna para você. É claro, na Sahaja Yoga, isso é o pior, é o pior, Eu fico assustada ao ver alguém arrogante. Por favor, desça.

Eu também devo mencionar um outro tipo de pessoa que existe, que é canal esquerdo. Eles sempre estão reclamando: “Eu tive uma dor de cabeça,” “eu tive uma dor aqui, tive uma dor lá, eu tive isso.” Eles terão todos os tipos de doenças. Por exemplo, eu li um livro de Jerome, que um sujeito leu… Eu espero que vocês não estejam com pressa. Então ele tinha descrito que um sujeito foi ao… médico, a um médico, e ele disse: “Senhor, eu tenho todas as doenças que estão descritas na Matéria Médica,” “exceto uma que é o joelho de dona de casa.” Ele disse: “Como é que você não teve essa?” Ele disse: “Porque eu não sou uma dona de casa.” Então ele disse: “Como você contraiu todas essas…” “doenças e como você sabe?” Ele disse: “Porque eu li a Matéria Médica e descobri…” “que todas essas doenças estão em mim.” Então ele disse: “Tudo bem, eu lhe darei um remédio, mas não o tome agora,” “você tem de sair daqui por cerca de oito quilômetros e lá você pode tomá-lo.”

Então ele pegou o remédio, o que estava em um pedaço de papel. Ele foi lá e abriu um após o outro, e ele não achou nenhum remédio, mas o último papel estava lá, nele estava escrito: “Seu tolo estúpido, não leia a Matéria Médica.” “Não há nada errado com você.” Assim, as pessoas que reclamam são um outro tipo, e elas realmente são cheia de bhoots, às vezes elas são muito problemáticas, Eu não sei. Se você apenas dizer: “Como você está?” Se Eu por engano digo, então há uma lista de coisas: “Oh Deus, por que Eu disse tal coisa a essa pessoa?” Essa lista de coisas, uma após a outra. “Isso aconteceu, esta manhã, isso aconteceu,” “à noite, isso aconeceu, aquilo aconteceu.” Tudo acontece a eles. “E a comida estava tão ruim e eles me trataram tão mal,” “e os Sahaja Yogis foram tão maus, e eles não me levaram lá,” “e eles me perturbaram tanto, e eu fui deixado sozinho,” “ninguém se preocupou comigo.”

“E eles são muito cruéis comigo, e esse líder é muito rude comigo.” “Ele não me trata bem e por favor, tire esse líder…” “e ele fez isso e fez aquilo.” “O que ele fez?” “Ele não me permitiu tomar água.” “Por que ele não permitiria você beber água?” Algo estúpido assim, eles lhe falarão. Às vezes Eu penso: onde aqueles grandes santos estão perdidos? Que eram o terceiro tipo de pessoa que não se importavam consigo mesmas… e que não se envolviam com elas, mas estavam envolvidas com os outros, que ficavam preocupadas com os outros. “Qual é o problema da outra pessoa?” “Qual é o problema que nosso líder está tendo?”

“Como estou me comportando em relação ao líder?” “O que estou fazendo para ele? Eu sou de alguma ajuda para ele?” “Eu dei a Realização a alguém?” “Eu lhe dei algum dinheiro adequadamente?” “Eu sou sensato ou eu o perturbo o tempo todo…” “e depois fico reclamando com a Mãe?” Essas pessoas nunca conseguem ficar satisfeitas. Uma é satisfeita demais, a outra nunca fica satisfeita. E aquele que está no centro… está pouco se importando em descobrir se ele está satisfeito ou não, ele só quer ver a satisfação dos outros. E isso é o que deve ser observado na vida de Buddha, como Ele era e como Ele respeitou.

Assim, as pessoas que hoje estão venerando Buddha… devem saber que Sua mensagem da Verdade, que conhecemos através de nosso canal direito, através de nossa atenção, deve ser aplicada a nós mesmos, antes de tudo. As pessoas Me dirão: “Mãe, as vibrações dele não estão bem,” “essa casa não tem vibrações boas, aquela não tem vibrações boas”, e o sujeito está tremendo diante de Mim, deste jeito. E Eu disse: “E quanto às suas vibrações?” “Oh, eu estou recebendo muita.” “Mas Eu também estou recebendo muita, então por favor.” O problema com os Sahaja Yogis às vezes é que… eles não sabem a importância do que eles são, eles não estão conscientes. Se o ego deles estivesse corrigido, nesse ahamkara, ego, a essência dele é aham-bhava, é isto: “Eu sou um Sahaja Yogi.” “Eu sou um Sahaja Yogi.” Agora, mantenha o ponto de honestidade com isso. “Honestamente, eu sou um Sahaja Yogi…” “e eu sou um seguidor de uma religião, que é uma religião universal,” “que está inatamente formada em mim mesmo.

Não há…” “brigas e intrigas em relação a isso.” “É minha experiência,” “eu acredito nisso totalmente,” “e é inato dentro de mim mesmo.” Isso é ahambhava. Eu não sei o que é isso em inglês, poderia ser… “eu-ismo”, “eu-ismo”. “Então eu estou nesta Terra agora, esta vida é para o trabalho de Deus.” “E para isso, eu tenho de ser uma pessoa pura,” “porque eu pertenço a Vishwa Nirmala Dharma.” “Eu tenho de ser puro, tenho de alcançar minha pureza…” “através da meditação, através de todas as formas,” “me observando, eu tenho de ser uma pessoa pura.” “E se eu sou um Sahaja Yogi,” “se estou unificado com esse Poder Onipresente do Amor,” “eu devo ser o meio para dar esse amor aos outros e compaixão.” “Eu não tenho nenhum tempo para as outras coisas.” “As outras coisas não têm nenhum valor.”

“Minha atenção tem de ser pura.” “Minha vida tem de ser pura.” “Eu digo uma coisa, faço outra coisa.” “Eu me engano de manhã até à noite,” “então eu não tenho nenhum ‘eu-ismo’, eu não tenho nenhum autorrespeito.” “Se for possível, porque não arranjar algo gratuito?” Digamos “Se a Mãe tem uma casa, vamos lá e passar um bom momento.” “Afinal, é a Casa de Nirmala, então podemos ter algo gratuito.” Nenhum autorrespeito. “Vamos economizar algum dinheiro, se possível, aqui e ali.” Nenhum autorrespeito.

Há pessoas, Eu sei, desse tipo. Vamos supor que vamos por dois dias a Ganapatipule: “Mãe, a Senhora pagará para nós por um dia?” Muito comum. Quem vai pagar? “Eu tenho de pagar pelo menos por minha comida, pela minha estadia.” “Eu tenho de pagar.” Isso não é como na época de Buddha quando… eles tinham de abandonar o reino inteiro deles. Tudo para o dhamma. Cada centavo, tudo que eles tinham, até mesmo o cabelo deles, Eu acho. Tudo para o dhamma.

E simplesmente chega totalmente despojado. Sem filho, sem esposa, sem pai, sem nada. Isso era o Budismo, esse era o estilo de Buddha. Ele tinha Seus discípulos desse jeito… e eles caminhavam por vários quilômetros… para pregar de um lugar a outro em milhares. Que impressão isso deve causar nas pessoas quando elas veem tudo isso. O Puja de hoje é muito importante, porque Eu sinto que os países ocidentais desandaram com seu ego, e eles precisam muito de Buddha, e eles gostam muito também desse assim chamado Budismo, porque eles podem então simplesmente se esconder atrás desta camuflagem: “Nós somos budistas.” Eles se preocuparão com o Afeganistão e se preocuparão com o Lama. Eles se preocuparão com todas as outras pessoas, porque “Vejam, nós somos budistas”. Mas não há nenhuma verdade nisso, nenhuma verdade. Os Sahaja Yogis têm de estabelecer essa verdade, essa dedicação.

Então Buddha disse: “Buddham Sharanam Gachami.” Eu me inclino a todos aqueles que são almas realizadas. “Dhammam Sharanam Gachami.” Eu me inclino ao meu dharma, que é Vishwa Nirmala Dharma. E depois por último é “Sangham Sharanam Gachami.” Eu me inclino à coletividade. Nessas três coisas, Ele resolveu… os problemas de todos os três tipos de pessoas, se você observar isso. Primeiro é o Buddham, aquele que é uma alma realizada. Todas as almas realizadas devem ser respeitadas, deve haver uma entrega a elas. Eu percebo um Sahaja Yogi falando sobre um outro Sahaja Yogi… de uma maneira muito estranha, por nada, nenhum respeito.

Buddham Sharanam Gachami. Eu me entrego a todos os Buddhas, Agora, há oito, Eu contei, mas nós temos tantos, todos Buddhas sentados aqui. Aqueles que conheceram, aqueles que são gnósticos, que são “vidas”, “vidvahanas”, estão sentados diante de Mim. “Então eu me entrego a eles”, com Ele diz: “Buddham Sharanam Gachami.” Você deve respeitar todo Sahaja Yogi, quer ele seja da raça negra ou da raça branca ou da raça azul, quer ele seja da Espanha ou da Itália ou da Índia… ou de qualquer outro lugar, quer ele seja da religião Judia ou da religião Islâmica… ou de qualquer religião, seja qual for, quer ele seja um filho legítimo ou ilegítimo, quer ele venha da aristocracia ou de uma família real ou rica… ou dos mais pobres dos pobres, quer ele tenha dinheiro ou nenhum dinheiro, quer ele esteja adoentado ou esteja bem, quer ele tenha tido um passado muito ruim; Tudo tem de ser esquecido, o passado. Todos eles são buddhas e todos os buddhas devem ser respeitados… e deve haver uma entrega aos desejos deles. Eu Me entrego aos desejos de vocês, o tempo todo, Eu Me tornei agora tão sem desejos… que Eu tenho de lhes dizer que é melhor vocês desejarem, senão Eu sou inútil, Eu não tenho nenhum desejo. É como se Meu poder de desejo tivesse entrado em suas cabeças… e não restou nada para Mim. Então vocês têm de desejar. Depois o “Dhammam Sharanam Gachami” é muito importante.

O que você fez pela Vishwa Nirmala Dharma? Seja o que for necessário para o trabalho da Vishwa Nirmala Dharma, quer seja dinheiro, quer seja sua casa, qualquer posse, quer seja o trabalho, qualquer tipo de trabalho. Eu vejo que algumas pessoas farão todo tipo de trabalho… e algumas pessoas nunca o farão, seja qual for. Então nós devemos realmente ter uma escala de serviço. Por exemplo, um dia todos os líderes devem varrer. No segundo dia, todas as mulheres devem varrer ou fazer algo, de modo que vocês tenham uma ideia completa… em relação a como respeitar uns aos outros. Também quando você começa a fazer algo, então você realmente tem respeito. É muito fácil criticar, muito fácil criticar os outros. Eu tenho visto pessoas que não conseguem escrever duas linhas, podem criticar Shakespeare, podem criticar Tukarama, podem criticar Gyaneshwara. Duas linhas de poesia, você não consegue escrever, o que você está criticando?

Eles não conseguem pintar nem mesmo com uma única cor, ficam criticando isso, criticando aquilo. Como você pode criticar alguém? A pessoa que não deu a Realização a ninguém, não fez nada, fica criticando os líderes, arey baba, eles deram a Realização a muitas pessoas. A quantas pessoas você deu a Realização? Por favor, faça um pouco disso como essa pessoa, então você pode criticar. Tudo é feito por meio de crítica. Eu acho que essa é a pior coisa… que podemos fazer a nós mesmos, porque criticar é somente o ego muito depravado que assume. Não há nenhum “ahambhava”, não há nenhum “eu-ismo”, certo? “Ele escreveu uma poesia tão bela, eu também escreverei.” Não!

“Ele escreveu, mas há algo, isso não está correto.” “Baba, escreva primeiro duas frases como essa.” “Mãe, o inglês dele está certo, mas ainda assim”, mas e quanto ao seu inglês? Ou ao seu espanhol? “Você sabe espanhol?” “Não?” “Então?” Se ele não sabe inglês, porque você deveria criticar? Assim, a parte relativa à crítica matou toda a arte, como Eu lhes disse, matou tudo, matou toda a nossa criatividade, matou nossa personalidade, nós ficando o tempo todo tremendo. Ninguém vai estar presente como Rembrandt… ou como Michelangelo ou Barbini, ninguém.

Porque você cria qualquer coisa – crítica! Na Austrália, eles fizeram algo muito belo, Eu devo dizer, uma das coisas muito doces que eles fizeram, como o que vocês podem chamar de barco, com velas, uma construção lá para a ópera deles. Até hoje eles estão criticando aquilo, e seja quando for que eles tiverem de dar uma fotografia da Austrália, eles darão essa fotografia. É como por exemplo: eles mataram Maria Antonieta… e se você tem de ir e ver algo belo, você tem de ir e ver o palácio dela. A critica é aceitável se você é um perito e um mestre. Tudo bem? Um mestre tem o direito, é claro. Mas você, você não tem nem mesmo o mínimo dessa arte, como você pode criticar? Assim, essa depravação do ego que fizeram, você pode observar na vida de Buddha, que era a luz, que era a iluminação, que era a compaixão, que era o conhecimento, que era a alegria. Em Sua vida, Ele nunca criticou ninguém.

Ele deixou isso para Mim, esse trabalho horrível… de criticar todos os bhoots e rakshasas e demônios. Ele simplesmente pegou um caminho mais fácil. Por que brigar com a parede? Deixe-a em paz. Eu desejei que Eu pudesse fazer isso, mas não pude. Eu tentei. Nos primeiros três anos, Eu tentei, mas você simplemente não consegue… evitar isso, você simplesmente tem de lutar até o fim contra isso. Mas não critiquem uns aos outros. Eu Me sinto muito ferida, é como se uma mão Minha estivesse criticando a outra. Eu posso continuar falando de Buddha por vários dias.

Não há fim para isso. Ele é Aquele que nos ensinou… muitas coisas belas através de Sua própria vida, e se temos de realmente absorver Seu Espírito dentro de nós, nós temos de ter esse desapego… de dentro. Como cada religião está arruinada pelos seguidores, Buddha disse: não venerem, nem mesmo falem de Deus. Ele disse: “Não falem de Deus, apenas falme da Realização do Si.” “Primeiro deixem-nos terem a Realização do Si…” “e não venerem nada.” Ele disse: “Simplesmente não venerem”, porque Ele sabia que não havia nada que fosse merecedor de veneração. Mas eles arrumaram “stupas” e veneram isso… e veneram aquilo e veneram isso, não há fim para isso. Eles disseram: “Estes são os dentes de Buddha.” Como você pode ter os dentes de Buddha? Quando Buddha morreu, Ele tirou Seus dentes ou o quê?

E esses são os dentes de Buddha que eles estão venerando. Não há nenhuma vibração, Eu vi aquilo, não era nada. Eu consigo entender cabelos ou unhas, mas os dentes Dele estão em todo lugar sendo venerados. Eu sei que Meus Sahaja Yogis não podem estragar muito a Sahaja Yoga. Se eles fizerem, eles perderão suas vibrações. Então tenha cuidado com isso. Mas com ego, Eu tenho visto pessoas… que mesmo que percam suas vibrações: “Não, eu estou bem,” “oh estou tendo todas as vibrações, estou bem”, e aqui é uma tamanha… Enganar a si mesmo é o trabalho do ego, então tenha cuidado, “Eu estou bem, não há nada de errado comigo.” Na grande ocasião de hoje, vamos pensar na época perigosa que Ele teve… e a forma como Ele criou para nós esta Sahaja Yoga. Nós estamos nos banhando na luz da compaixão deles, do trabalho duro deles, da dedicação deles, de seus sacrifícios, de tudo isso. A verdade vai nos tornar belos.

Que Deus os abençoe. [N.T – A palestra continua] Vocês estão sentindo muito calor? Tudo bem? Vocês podem colocar suas mãos em Minha direção, é um ar condicionado funcionando. Eu estou Me sentindo congelada aqui, na verdade. Eu só estava pensando nestas belas coisas que vocês Me deram. Buddha nunca as teve. Ele nunca teve nenhum conforto. Assim, agora, nós temos de mostrar que somos merecedores. Esta é a palavra que Ele usou: “arihant”, “arahant”, “o merecimento”.

Você é merecedor? Merecedor da Sahaja Yoga? Nós temos de ser merecedores da Sahaja Yoga. “Arahant” é a palavra. Puja ka shru karana? Devemos fazer o Puja agora? Falar sobre Buddha Me esfriou completamente. Ekdam baraf! Gelo! Coloquem suas mãos assim, todos vocês, enquanto estão fazendo o puja.

E vocês não têm de fechar seus olhos durante o Puja, isso é muito importante. E também não abaixem suas cabeças, porque todos vocês são Sahaja Yogis. Estou sentindo realmente muito frio, Eu não sei, e quanto a vocês? – Estão sentindo calor? – Não. Está bom. Eu tentei mudar. Às vezes Eu exagero nisso, Eu acho. Eu fiz isso 21 vezes. Tudo bem.

Assim, o Puja deve começar com os espanhóis. Jose, venha, mas você não tem esposa, mas tudo bem, não importa.